🚨 ALERTA: Mais um feminicídio choca o Brasil no início de 2026! 🚨
Cinthya Micaelle Soares Roliz, de 26 anos, foi assassinada com seis tiros pelo ex-companheiro Alex de Oliveira Sousa, de 28, enquanto dormia ao lado da filha de 5 anos, em Belo Horizonte (MG), na manhã de 31/12. Apesar de medida protetiva e denúncia recente por ameaças, o agressor invadiu a casa, fugiu em moto com placa clonada e segue foragido – ele tem antecedentes por roubo e tráfico.
Conectando ao Violentômetro:
Esse caso reflete o Risco de Morte do Violentômetro que criamos: uso de armas, ameaças e invasão, após fases de Alerta (ciúmes, vigilância) e Perigo (ameaças, controle). Conhecer essas fases salva vidas. Identifique cedo e denuncie via Disque 180 para evitar tragédias.
Ação Imediata
Proteja-se: busque medida protetiva, rede de apoio e fuja do ciclo de violência.
Em breve, lançaremos a cartilha Lei Maria da Penha em Rede: Proteção Social, Direitos e Ação. Onde destacamos:
VIOLENTÔMETRO: ENXERGAR A ESCALADA DA VIOLÊNCIA
O "violentômetro" é um instrumento pedagógico que ilustra a escalada da violência em fases, começando por comportamentos que muitas vezes são naturalizados (piadas, ciúmes, controle) e chegando a agressões físicas graves e feminicídio.
A ideia é mostrar que a violência raramente começa com agressão extrema: ela costuma crescer aos poucos, passando por sinais que podem e devem ser identificados cedo.
Quanto mais cedo a vítima, a família, a comunidade escolar e os serviços públicos identificam esses sinais, maiores as chances de interromper o ciclo e evitar a escalada.

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