No crédito ou no débito? Que sua via? Vergonha diplomática.

Vergonha diplomática.


O caso de Alexandre Ramagem nunca foi, na essência, fruto de cooperação policial internacional. Tratou-se de atuação do ICE por questão migratória, após abordagem local, em razão de visto suspenso.


Ainda assim, venderam a narrativa de integração entre a Polícia Federal e autoridades dos Estados Unidos. Não se sustenta. Os fatos desmontaram.


E mais. O próprio Luiz Inácio Lula da Silva se precipitou ao afirmar: “Ele será trazido de volta ao Brasil”.


Não será assim. Não agora. Há análise de asilo político em curso. Há rito jurídico internacional. Há soberania envolvida.


A Polícia Federal é instituição de Estado, não de governo. E como tal, não pode ser exposta a narrativas frágeis ou a protagonismos circunstanciais.


Diplomacia não é palco.
Instituição não é instrumento de vaidade.
Narrativa não substitui fato.


Entre privilégios e realidade, a fala que desconecta

Título: Entre privilégios e realidade, a fala que desconecta


A declaração da desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará, expõe um abismo que já não se consegue disfarçar.


Em março de 2026, a magistrada recebeu cerca de R$ 91 mil líquidos. No acumulado do primeiro trimestre, o montante alcança aproximadamente R$ 216 mil líquidos. Ainda assim, ao comentar a limitação dos chamados “penduricalhos”, afirmou que a medida levaria juízes a um “regime de escravidão”.


A recente posição do Supremo Tribunal Federal, ao impor limites às verbas indenizatórias, não ataca a magistratura. Ao contrário, resgata um princípio elementar da administração pública, moralidade.


Não se trata de desmerecer a função judicial, que é essencial ao Estado de Direito. Trata-se de reconhecer que há limites. E que esses limites existem, sobretudo, em respeito a quem sustenta a máquina pública, o povo.


Fica a pergunta que não quer calar. Foi apenas um momento infeliz ou a exteriorização de uma mentalidade que há muito se distancia da realidade brasileira?


Porque, para quem vive abaixo da linha da pobreza, falar em perda de privilégios como escravidão não é só inadequado. É ofensivo.


Delegado prende e algema advogada.


Direto, técnico e com posicionamento claro.


Nem tudo que chega à polícia deveria começar na polícia.

Crimes contra a honra exigem técnica jurídica, não impulso. A via adequada é a queixa-crime, não o boletim de ocorrência. Quando o caminho começa errado, o sistema já entra em desequilíbrio.

Mas o Estado também falha. A omissão sob argumento de falta de efetivo não se sustenta à luz da Constituição Federal de 1988. Quem exerce função pública precisa ter preparo, e principalmente, resiliência para lidar com crítica e pressão.

O que agrava o cenário é a escalada. Um conflito que poderia ser resolvido no campo jurídico migra para as redes sociais. E ali, o Direito perde espaço para o julgamento informal.

E então surge o ponto mais grave. O uso desproporcional da força. Fuzil, intervenção em escritório de advocacia, ausência de elementos claros de risco. Nas Ciências Policiais, não há espaço para improviso. Toda ação exige legalidade, necessidade e proporcionalidade.

Se confirmados os fatos, estamos diante de possível violação da Lei de Abuso de Autoridade. E isso fragiliza não apenas um caso, mas a própria legitimidade institucional.

Autoridade não se impõe. Se constrói.


HASHTAGS

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RESPOSTA DIRETA À PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO


RESPOSTA DIRETA À PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO


A proposta apresentada por Samara Martins, da Unidade Popular, parte de uma premissa equivocada, a de que o problema da segurança pública está na estrutura da Polícia Militar.


Não está.


Hierarquia e disciplina não são símbolos de opressão. São instrumentos operacionais que garantem comando, controle e resposta imediata em cenários de crise.


A realidade não permite romantização.


Neste fim de semana, em São Paulo, dois cidadãos foram baleados ao reagirem a assaltos. Isso revela o ambiente concreto, criminosos armados, violentos e com baixa percepção de risco.


A pergunta é simples.


O que as famílias dessas vítimas pensam ao ouvir que a solução é enfraquecer a estrutura policial?


O criminoso não atua com base em teoria. Ele age onde o Estado falha.


Direitos humanos são fundamentais. Mas só existem com ordem pública garantida.


Desmilitarizar sem um modelo sólido, testado e adequado à realidade brasileira não é avanço. É aposta.


E, em segurança pública, apostas custam vidas.


#SegurançaPública #CiênciasPoliciais #PolíciaMilitar #OrdemPública #RealidadeNãoÉTeoria



3,12 mil inscritos no YouTube. Não é só número, é confiança consolidada.


3,12 mil inscritos. Não é só número, é confiança consolidada.


Aqui se fala de atualidade, com análise séria, técnica e responsável sobre segurança pública e direito. Sem achismo. Com método, fundamento e compromisso com a verdade.


Mas também sabemos, o ambiente pesa. E quando pesa, entra a poesia. Não resolve a crise, não substitui a ação, mas muda o ambiente. Humaniza. Dá respiro. E isso faz diferença.


Este canal é isso, ciência policial, reflexão crítica e, quando necessário, sensibilidade para lembrar que por trás de toda estrutura existem pessoas.


A cada inscrito, o meu respeito e agradecimento.


Seguimos firmes.


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Ciência policial não é opinião. É método.



Entre a Narrativa e a Responsabilidade

Entre a Narrativa e a Responsabilidade


Há mais narrativa do que prova. E isso preocupa.

O debate recente sobre a Polícia Militar de São Paulo foi lançado com gravidade máxima pelo Estadão e replicado por diversos canais, insinuando infiltração criminosa na elite da corporação. Tema sério demais para ser conduzido com fragmentos e suposições.

Aqui não é defesa por defesa. Fala a experiência de 38 anos de serviço ativo, que alcançou o último posto da carreira. Quem conhece a instituição sabe separar desvio individual de ataque generalizado.

E o ponto objetivo: Se havia gravações, delações e indícios concretos, a atuação do promotor de justiça deveria ser imediata e formal. No campo penal não existe informalidade, e ele bem sabe disso. Agora a pergunta é técnica: Por que não houve formalização no tempo devido?

Quatro anos não são detalhes. São o centro da controvérsia.

Também não há espaço para blindagem. Função de comando exige responsabilidade. Se houve omissão, se apura. Se não houve, demonstra.

Outro ponto: O Comandante Geral é nomeado pelo Chefe do Executivo, com indicação e anuência do Secretário de Segurança Pública. Não é escolha isolada. É decisão institucional, baseada em trajetória, filtros e confiança acumulada.

Sustentar que todo esse percurso ocorreu sem verificação exige prova robusta. Não basta narrativa.

Sim, é fato que o crime organizado existe e busca infiltração. Mas generalizar é erro grave. Enfraquece quem combate diariamente esse sistema.

A Polícia Militar é instituição de Estado, não de governo. Tem regulamento disciplinar rigoroso, controle interno e previsão de afastamento e apuração. Na caserna a moralidade é maior que a legalidade.  

Se há irregularidade, apura.

Se há culpado, responsabiliza.

Sem antecipação de culpa.


E um ponto essencial: A imprensa precisa ouvir todos os lados, inclusive o sistema de segurança e o governo. Informação sem contraditório vira narrativa.


No fim é simples: Quem errou, responde.Quem acusou, prova.

Quem governa, garante apuração.


Sem espetáculo.

Lei, prova e responsabilidade.


#SegurançaPública #PolíciaMilitar #Justiça #EstadoDeDireito #Responsabilidade

Sem cultura, não há educação consistente. Chega de ele sim e ele não!


Vivemos um tempo de disputa antecipada. Muito discurso, pouca profundidade. De um lado, narrativas. Do outro, reações. E, no meio disso tudo, o que sustenta uma sociedade é deixado de lado, a cultura.


Sem cultura, não há educação consistente. Sem educação, não há consciência crítica. E sem consciência, não existe escolha livre. O cidadão é conduzido, não decide.


A polarização empobrece o debate. Mas é a ausência de formação que fragiliza a sociedade. E é exatamente aqui que entram as Ciências Policiais, como instrumento técnico, científico e estruturante da ordem pública.


Segurança pública não se improvisa. Se constrói com método, conhecimento e proximidade com a comunidade.


É nesse contexto que a polícia comunitária se apresenta como caminho sólido. Uma estratégia baseada em confiança, prevenção e integração entre Estado e sociedade. Não é discurso. É prática.


Se você quer compreender, atuar e transformar essa realidade com base técnica e experiência concreta, este é o momento.


👉 Capacite-se. Participe do nosso curso de Polícia Comunitária.


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Formação de qualidade, visão estratégica e aplicação prática. Porque segurança pública se faz com inteligência, e não com improviso.


#CiênciasPoliciaisEmFoco #SegurançaPública #PolíciaComunitária #FormaçãoProfissional #OrdemPública



260 bilhões de reais. Mais do que o PIB de mais de 120 países.


260 bilhões de reais.

Mais do que o PIB de mais de 120 países.

Segundo investigações, cifras ocultas em fintechs clandestinas, jogos e estruturas que se apresentam como indústria musical, mas operam como engrenagens financeiras paralelas.

Não é um artista.
Não é um caso isolado.
É uma rede.

Influenciadores, páginas de mídia, operadores de imagem.
Todos com função definida para manter o fluxo e a aparência.

O crime evoluiu.

Ele não se esconde mais.
Ele se exibe.

O luxo não é consequência.
É estratégia.

E diante disso, o que prevalece?

Erro formal.
Prazo.
Decisão monocrática do Superior Tribunal de Justiça.
Liberdade concedida.

Agora compare.

Como isso soa para quem recebeu o peso máximo do Estado por um ato simbólico, sem violência?

De um lado, bilhões.
De outro, um batom.

Não é sobre casos isolados.
É sobre coerência.

Sem coerência, não há Justiça.
Há escolha.

#SeletividadePenal #SegurançaPública #CiênciasPoliciais #Justiça #EstadoDeDireito