260 bilhões de reais.
Mais do que o PIB de mais de 120 países.
Segundo investigações, cifras ocultas em fintechs clandestinas, jogos e estruturas que se apresentam como indústria musical, mas operam como engrenagens financeiras paralelas.
Não é um artista.
Não é um caso isolado.
É uma rede.
Influenciadores, páginas de mídia, operadores de imagem.
Todos com função definida para manter o fluxo e a aparência.
O crime evoluiu.
Ele não se esconde mais.
Ele se exibe.
O luxo não é consequência.
É estratégia.
E diante disso, o que prevalece?
Erro formal.
Prazo.
Decisão monocrática do Superior Tribunal de Justiça.
Liberdade concedida.
Agora compare.
Como isso soa para quem recebeu o peso máximo do Estado por um ato simbólico, sem violência?
De um lado, bilhões.
De outro, um batom.
Não é sobre casos isolados.
É sobre coerência.
Sem coerência, não há Justiça.
Há escolha.
#SeletividadePenal #SegurançaPública #CiênciasPoliciais #Justiça #EstadoDeDireito
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Muito obrigado por seu interesse e participação