No Brasil, a prioridade muda conforme a conveniência. Ontem, segurança pública era urgência nacional. Hoje, silencia-se quando a investigação começa a chegar perto de quem não poderia.
CPIs nascem sob pressão, avançam com cautela e morrem quando incomodam. Ano eleitoral vira justificativa. Mas o crime não tira férias, nem respeita calendário político.
A Constituição diz que o poder emana do povo. Na prática, ele passa por filtros, interesses e contenções que afastam a realidade da promessa.
Não é desorganização. É método.
E enquanto a pauta troca de roupa, o problema continua o mesmo.
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