O governo lança um grande programa nacional de combate às facções justamente às vésperas do fim do Lula 3. O discurso agora fala em endurecimento, inteligência, sufocamento financeiro, sistema prisional rígido e integração policial.
Curioso.
Durante anos, parte importante da base política governista relativizou medidas mais duras contra o crime, demonizou ações policiais e tratou o endurecimento penal quase como tabu ideológico.
Agora, o crime organizado virou prioridade nacional.
O problema é que facção criminosa não se combate com marketing eleitoral, coletiva de imprensa ou discurso de ocasião.
Crime organizado exige continuidade, inteligência, presença estatal e valorização real das forças policiais.
Porque enquanto Brasília disputa narrativa, o crime continua disputando território.
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